Amor e Construção.

In Arte e Estética, Crônica by ancuri

É tarde. À luz da lua, corpo desarmado, tu observas o dia trabalhado. Eu te observo. E me sirvo do teu corpo suado. Meu olhar lambe a luz que escorre em teu rosto, cheira o cheiro de mato em teu cabelo, alcança teu olhar sobre teu trabalho. E em comunhão desposa-te a construção.